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O teclado controlador Waldman Carbon 61 em seu primeiro uso deverá ser ajustado, pois veio de fábrica com configurações erradas. Trata-se do "Volume Geral" e o pedal de 'sustain', pelo menos o que recebi aqui.


Ajuste do Volume Geral para o slide correspondente no painel

O  VOLUME GERAL de fábrica está configurado no Knob R1 e ainda no quinto slider deslizante (deveria ser o primeiro onde está escrito 'volume'). O CC para o volume geral é o "07", então o slide 1 deve ser ajustado com esse número de CC e os outros serem alterados para outros diferentes.  

Procedimento:

1. Clique em "Ctrl Assign';
2. Mexa no slide 1 do volume geral;
3. Irá aparecer no visor o número 130 na primeira e segunda coluna (dois iguais);
4. Use os botões '+' e '-' ou use o teclado numérico digitando "07";
5. Pressione "ENTER" e aparecerá 'Done';
6. Após aperte em "Memory", então escolha uma das "Memory Zones" (números 1 à 5, correspondente às letras A, B, C, D, E).
7. Por fim pressione 'Enter' e ficará na memória do usuário;

OBS.:

1. Ao desligar o controlador e religar o mesmo deverá ser feito o "Recall" para que ele carregue as configurações que foram salvas. Assim pressione "recall", após a "Memory Zone" que usou para salvar o volume geral (em geral 'A') e após em 'Enter'.

2. Configure um outro número de CC ao botão R1 (pode ser CC 08) e ainda para o quinto slide (use o CC 130), assim eles não mais responderão pelo volume geral, mas poderão ser configurados para outras funções, seguindo o mesmo procedimento acima.

Ajuste do pedal de sustain

No painel traseiro existem duas entradas para pedais que podem ser configuradas para funções diferentes. Use uma delas para definir como a função 'sustain' ou 'hold'. 

Procedimento:

1. Coloque o pedal de sustain na entrada traseira do teclado;
2. Pressione o mesmo e verifique se acontece mudança dos valores numéricos no teclado. Cuidado com a polaridade, teste as duas entradas ou, se o pedal tiver chave comutadora use-a.
3. Pressione "ctrl assign";
4. Pise no pedal de sustain;
5. Deverá aparecer o número do CC "67", nas duas colunas;
6. Use os botões "+" e "-" ou as teclas numéricas alterando o CC para "64";
7. Digite "Enter" e aparecerá "Done", o número à direita do visor deverá ser agora "64";
8. Pressione "Memory" e a "Memory Zone" que usou para salvar o volume geral (botão 1 para o banco A);
9. Após em "Enter" e já estará salvo. Teste para verificar se tudo ficou certo.

OBS.: Todas as vezes que religar o controlador deverá ser feito o 'recall', então pressione o botão 'recall', após o número 1 correspondente ao banco A do 'Memory Zone' e o 'Enter' e as configurações salvas serão carregadas.

Em síntese é isso, agora as principais funções globais do controlador Waldman Carbon 61 estão configuradas, ou seja, o volume geral e sustain, além do pitch bend, modulação, split, dual, oitava, canais midi, aftertouch, etc. Os knobs, slides, pads e muitos botões disponíveis deverão ser configurados no software que estiver utilizando.





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Veja algo bem interessante aqui: que tal gravar qualquer som, endereçá-lo às teclas e tocar no seu controlador como um timbre normal? Quem sabe gravar sua própria voz ou uma frase e disparar a partir de uma tecla? Ou ainda, à partir de amostras waves, criar o arquivo ".nki", aquele que faz o mapeamento nas teclas e abre no Kontakt como um instrumento virtual? Neste tutorial você verá que é muito simples de se fazer.


Vamos a algumas considerações importantes primeiro...


1. Fonte dos samples:


Será preciso que se tenha amostras de som em formato wave (.wav), com a duração entre 4 a 9 segundos (em geral 8 segundos é bom). Você poderá conseguir na internet, comprar no Mercado Livre ou ainda fazer sua própria gravação no computador. Nesse caso será preciso ter instalado um gravador que pode ser uma DAW de sua preferência (Fl Studio, Cubase, Sonar, Mixcraft, etc), um gravador simples de áudio (como o aTuber) ou até mesmo o gravador que vem do próprio Windows (Menú Iniciar > Acessórios > Gravador de Som).

Gravador do Windows, saída de áudio em WMA

2. Formato das waves:


Todas as amostras deverão ter a mesma duração, por exemplo, 8 segundos. Igualmente a qualidade deverá ser de 44100 hz e 16 bits, que é o padrão de qualidade do áudio em CDs. Essa configuração é ajustada nos gravadores e normalmente já é o padrão automático de saída nos programas, mas verifique antes para que se tenha uma boa qualidade final de áudio. No caso de ser utilizado o gravador do próprio Windows o formato de saída de áudio será  WMA e teremos que converter para WAV usando um programa de conversão como o “Format Factory”que tem no site Baixaki (Link do Baixaki: http://www.baixaki.com.br/download/formatfactory.htm).

Format Factory

4. Quantidade de amostras:


Temos teclados de vários tamanhos, variando em quantidade de teclas que podem ser de 25, 37, 49, 61, 76 e 88 teclas. O ideal é que se faça o endereçamento para as 88 notas, pois servirá a todos os modelos. Existe ainda a questão da tessitura (extensão das notas que um instrumento pode produzir, da mais grave à mais aguda), porém, se usar este critério para amostrar e endereçar, fará com que muitas teclas fiquem sem som, mas é uma questão de costume. Note que quanto maior a quantidade de amostras tanto melhor será o resultado final, mas também o tamanho e o tempo de carregamento serão maiores. Por fim, diferente da quantidade de teclas que terão som é a quantidade de amostras que iremos usar para o endereçamento, que poderá ser:


1. Uma amostra somente: nesse caso o Kontakt irá completar as demais notas. Exemplo: gravar a nota Dó3 (C3), ou seja a nota dó da terceira oitava (dó central).
2. Algumas notas: só as mais importantes serão amostradas e iremos copiar as ausentes à partir dessas notas que temos. Podemos gravar somente as notas Dó de cada oitava (C0, C1, C2, C3, C4, C5, C6, C7), ou as notas C, C#, F# e A, em cada uma das oitavas do teclado.
3. Todas as notas:  uma amostragem minunciosa das 88 notas, uma por uma;
4. Se haverá "layers" (camadas ou variações de intensidade do som): nesse caso, será preciso que se tenha várias amostras gravadas de cada nota, com diferentes intensidades como leve, média e forte e, no endereçamento/mapeamento, cada tecla terá as suas variações sobrepostas, respondendo assim à força que tocamos.


Observações: 


1. Não importa quantas notas serão usadas no sampleamento, pois a transposição da altura das mesmas é feita automaticamente pelo Kontakt. A diferença na qualidade é que o comportamento das ondas do som grave, por exemplo, em relação ao agudo varia. Portanto, quando temos amostras de som de várias oitavas, serão reproduzdas as gravações como fizemos. Já as demais notas, iremos copiar das que gravamos, então serão editadas pelo programa, assim não tão perfeitas, mas nem sempre será perceptível a diferença. Caso fique à desejar, grave todas as notas.
2. Existem alguns timbres dos teclados que tem 'aftertouch'  (um segundo som quando tocamos mais forte) ou aquelas que respondem com variações como nos strings (staccato, destaque do arco, etc), assim nesses casos deverá haver 'layer'.
 

5. Passos necessários:


Embora teoricamente haja muito que dizer, na prática serão três passos ou procedimentos:

1. Gravação ou obtenção das amostras waves (.wav), feito em um gravador de sua preferência.

2. Editar as amostras waves, acrescentado LOOP, ajustes de ÁUDIO e Xfade, com o programa "Extreme Sample Converter 3.6"


3. Endereçamento às teclas e criação do arquivo .nki, no próprio Kontakt, onde igualmente podemos acrescentar efeitos nos samples ou a edição.


Vamos à prática então!


I. Gravação e obtenção das amostras waves (.wav):


1. Conectando um microfone ao Note/PC:


Devemos abrir o gravador e conectar um microfone à entrada da placa de áudio. Se for ‘on-board’ (a que vem no próprio Note/PC) será a entrada com o ícone de um microfone com plug pequeno.  Caso seja uma placa externa geralmente terá a opção “input” em formato RCA. Nesse caso verifique se o cabo e as conexões são compatíveis. Será possível captar o som sem precisar de microfones externos quando houver um ‘conjunto de microfone integrado’ (que vem de fábrica no PC/Note), porém ele não é unidirecional o que fará com que  grave também ruídos em redor não sendo portanto o mais adequado.


2. Gravador do Windows:


Apenas para fins de que esse tutorial seja algo fácil àqueles que não conseguem utilizar uma software próprio utilizaremos o gravador do  Windows, assim vá ao Menú Iniciar > Acessórios > Gravador do Windows.

3. Gravando uma amostra:


Quando estiver com o microfone e o instrumento a ser gravado pronto dê o comando para iniciar a gravação produzindo o som simultaneamente por 8 segundos e interrompa a gravação. Será salvo na área de trabalho o arquivo gravado, porém em formato WMA.



4. Converter o formato WMA para WAV:


Usando o gravador nativo do Windows há o inconveniente de termos que converter o formato de saída WMA para WAV, mas podemos usar o programa gratuito “Format Factory” que é bom termos, pois nos permite converter entre vários formatos de áudio. Para tanto siga os procedimentos a seguir:

4.1. Abra o ‘Format Factory’;
4.2. Escolha na aba lateral à esquerda “Áudio” > “Todos para WAV”;

4.3. Na nova aba, em “Adicionar Arquivos” e “Ok”.

4.4. Clique em “Iniciar” e deverá ser convertido em WAV sendo salvo normalmente na área de trabalho, veja no ícone a palavra WAV ou em propriedades.

Observação: se utilizar outro gravador certamente haverá opção de saída de áudio para o formato wave (.wav) diretamente sendo então desnecessário essa conversão. Note ainda que o programa ‘Format Factory’ permite que se carregue todas as amostras salvas em WMA e as converte de uma só vez para WAV.

1.àudio; 2.Todos para Wav; 3.Adicionar amostra; 4.Amostras carregadas;
5. após carregado dar Ok; 6. Inicia a conversão e salva.

5. O que pode ser gravado e tocado no teclado



Você poderá gravar qualquer coisa, um timbre de teclado, violão, guitarra, instrumento percussivo, sua voz, uma batida em algum objeto, uma flauta, etc. Outra possibilidade é recortar de uma faixa de áudio algum som que você achou interessante, nesse caso usando uma DAW ou editor de áudio para escolher o trecho mais adequado. Após concluir todas as amostras salve em uma pasta com o nome de “samples”, o mesmo deve ser feito para as waves adquiridas ou baixadas da net.


Amostras de Samples



II. Editar as amostras waves, acrescentado LOOP, ajustes de ÁUDIO e Xfade, com o programa "Extreme Sample Converter 3.6"


Será necessário ter o programa "Extreme Sample Converter" que tem muitas utilidades, entre elas será fazermos algumas edições nos samples antes de criar o arquivo ".nki"  que é a última etapa. São elas:

1.Fazer o LOOPING:


É um recurso que fará com que o som continue soando além do tempo de sua gravação original, ou seja, se gravamos 8 segundos de samples, após este tempo cessará o som. Isso é normal nos pianos, violão, percussão sendo o que acontece nos instrumentos reais. Entretanto naqueles usados para fazer a ‘base’ ou harmonia nas músicas como strings, pads, órgãos, etc, eles precisaram manter-se pelo tempo que quisermos. Então é necessário inserir um LOOP, que prolongará indefinidamente o som. Será possível inserir looping no próprio Kontakt, na aba “Wave editor”, mas ele é bastante trabalhoso pelo sistema e característica do programa, daí minha sugestão em usar este ótimo software, o Extreme Sample Converter 3.6 (veja na guia tutoriais como samplear com esse programa). Siga as etapas:
 


a) Abra o ‘Extreme Sample Convert’ e defina em ‘Source Format’ e também em ‘Detination Format’, a opção "WAVE"

1. Source Format; 2. Destination Format; 3.Selecionar opção "WAVE".

b) Localize na aba lateral de navegação à esquerda os samples gravados que receberão o loop. Ao selecioná-lo irão aparecer todas as amostras na aba central do programa.



c) Clique no primeiro sample, após no botão “LOOP”(abaixo à direita na tela) e ainda no botão “Autolooping”. Você verá na tela o destaque em amarelo o looping.


1. Samples amostrados; 2. Primeiro sample; 3.Dados gerais dos samples;
4.Botão LOOP; 5.Botão Auto-Looping; 6.Auto-looping após inserido em amarelo.


d) Clique novamente no primeiro sample (agora com o loop já inserido), mas com o mouse no lado direito e escolha a opção ‘Auto-loop’e ainda ‘All samples’ e aguarde a inserção em todas as amostras.


1. Clicar com lado direito do mouse no primeiro sample; 2. Autoloop; 3. All Sampler


2. Ajuste de ÁUDIO:


Visa padronizar os samples, ajustando o ponto preciso de início até o fim exato do loop. Para isso, clique no primeiro sample novamente, com o lado direito do mouse, na opção ‘Audio Process’, após em ‘Trim to loop end'. Veja na tela que o sample é reajustado ficando padronizado. Faça isso em todas as amostras, uma por uma.


1. Clique no primeiro sample no lado direito do mouse; 2. Àudio Process;
3 Trim to Loop End; 4. Loop redimensionado;


3. Ajuste de Xfade:


É um ajuste de precisão que tem por objetivo evitar travamentos, saltos ou erros na execução do loop. Assim, clique na seta da opção Xfade (na tela abaixo à direita junto ao menú drop-down) e vá ajustando até que as linhas coloridas que representam o som da wave fiquem sobrepostas às linhas em tom cinza debaixo delas. Faça isso em todas as amostras, uma a uma.


1. Primeiro Sample selecionado; 2.3.Linhas coloridas com o som amostrado atual;
4.5.Linhas cinzas debaixo, como o som deveria ficar; 5. Ajuste de Xfade, até sobrepor
as linhas coloridas com as cinzas debaixo.


1.2. Linhas sobrepostas após ajudes de Xfade;


Uma DICA para ganhar TEMPO: como os passos descritos acima “e” e “f” devem ser feitos individualmente em cada sample, um-a-um, poderão ser ajustados ambos de uma só vez, ou seja, selecione o sample a ser editado, ajuste o ‘áudio’e o ‘xfade’, refazendo a operação no sample seguinte.
 

4. Finalizando a edição:

 
Deverá SALVAR as amostras editadas mantendo pressionado a tecla ‘CRTL’e selecione todas as waves, então clique em ‘Convert’ e na janela que abrirá salve na mesma pasta em que estavam. Abrirá um diálogo perguntando se quer reescrever (overwrite), dê ‘ok’ e serão substituídas as anteriores por estas editadas com o loop.

1.Selecionar todos as amostras com 'ctrl'; 2. Convert;
3.Localizar pasta onde estavam salvas; 4. Salvar reescrevendo sobre a anterior


 
MAIS UMA DICA IMPORTANTE: quando você comprar algum sample para Kontak da internet, no Mercado Livre, por exemplo, use o Extreme Sample Converter para verificar os mesmos. Abra e veja com que qualidade foi amostrada, além de detalhes como o tempo de duração e tamanho da amostra. Igualmente verifique se tem o LOOP inserido e, caso não, agora você já sabe como consertar.

 

III. Endereçamento às teclas e criação do arquivo ".nki" no próprio Kontakt, acrescentar EFEITOS e o Wallpaper


O objetivo agora será criar o arquivo ‘.nki’ à partir das amostras waves (.wav) que temos. Esse arquivo na prática nada mais é do que o mapeamento ou endereçamento das waves para cada uma das teclas, além dos parâmetros globais que fazem o conjunto de amostras serem de fato um “instrumento virtual”. Por exemplo, podemos gravar algumas amostras do som de uma flauta doce (essa comum usada para aprender música nas escolas), abrir o Kontakt e endereçar às teclas as quais queremos que reproduzam o som e salvar. A seguir, abrir o Kontakt e carregar o arquivo .nki do som amostrado e conseguiremos tocar em nosso teclado o som da flauta que gravamos. Veja como fazer:

3.1.  Kontakt.:


Abra o Kontakt, clique no ícone “File” (com o ícone de um disquete) e em “New Instrument”.
 


1.Load; 2.New Instrumens;


3.2. "Mapping Editor":


Clique no ícone com uma chave de boca que permite a edição e na aba “Mapping Editor”.



1. ìcone com chave; 2. Mapping Editor.

3.3. Amostras waves/samples:

 
Na aba lateral à esquerda clique em “File” (aparecem todas as pastas do Note/PC no formato Explorer, ou seja, a navegação usada no Windows). Selecione a pasta com as amostras waves (.wav) gravada anteriormente. E à seguit, na aba lateral esquerda e abaixo, verá todas as amostras individualmente. Clique em uma delas (com o mouse, no lado esquerdo, mantendo pressionado) e arraste à tela no campo direito. Posicione o som/wave exatamente sob a tecla que você deseja atribuir. Você poderá arrastar ou redimensionar a wave, que estará em amarelo na área de trabalho, até que fique exatamente na nota.
 


1. Amostras gravadas; 2. Arrastar até a nota exata; 3.Barra vertical amarela sobre a nota;
4. Nota em destaque no teclado virtual

Uma dica: na imagem acima visualizamos um teclado virtual que é mostrado quando selecionamos o ícone com um tecladinho bem em cima no Kontakt escrito "Keyb". Porém na tela  do 'Mapping Editor', deslizando a seta lateral para baixo surgirá um segundo teclado virtual. O tamanho de ambos são diferentes e a precisão é um pouco incômoda para se conseguir, mas o resultdo esperado é que as notas fiquem posicionadas exatamente na tecla amostrada no teclado superior e no inferior as mesmas estejam em tom cinza, indicando que foram corretamente atribuidas.
 

3.4. Copiar as notas não gravadas das existentes:

 
Se for amostrado nota por nota, você terá salvado cada amostra pelo nome da nota, por exemplo, C1, C#1, D1 ... C3, etc. Caso sejam apenas algumas notas, como C1, C2, C3, C4, C5 (só um dó por oitava) ou até mesmo se for uma só, como C3, seja como for, você deverá endereçar as notas de acordo com seu nome à respectiva tecla correspondente. Então, se gravou a nota C3 (Dó da terceira oitava) arraste o sample até a nota C3 no teclado virtual. Faça isso com todas as amostras que tiver sido específico, isto é, que gravou e nomeou, endereçando às respectivas teclas. Já aquelas notas que você não tem (se for o caso de ter gravado só uma ou algumas) deverão ser copiadas arrastando as mesmas das mais próximas ou vizinhas, de forma que todas as teclas tenham uma wave sobre as mesmas. Esse procedimento é o endereçamento ou mapeamento das notas às teclas.

 
Arrastar as notas para que todas tenham um som endereçado.
 
 

3.5. Salvar:

 
Clique na aba superior em “File” (com o ícone com um disquete) e escolha a opção “Save edited instrument – New (Default) as ...”. Escolha uma pasta já preparada para isso e salve. Aqui você tem duas opções: 1º. Salvar somente o ícone ou o arquivo .nki.;  2º. Salvar o arquivo .nki mais a pasta com os samples amostrados. Está é a melhor opção, pois permite edições, porém não separe o arquivo .nki e a pasta de samples para que o Kontakt consiga ler automaticamente.
 
 
 

1. File; 2. Salvar.

 


1. Para gravar aparecendo só o arquivo .nki;
2.Para gravar aparecendo arquivo .nki e a pasta dos samples.

3.6. Inserir Wallpaper:


Caso queria que apareça uma foto ou banner com o instrumento como temos nos samples comerciais, abra o arquivo .nki do instrumento que foi amostrado e salvo. À seguir clique no ícone com a chave de boca e na guia “Instrument Options”, abrirá uma janela com algumas opções. Veja em “Instrument” e ao lado de “Instrument Wallpapers”, em  “Browse”, carregue o wallpaper que deverá ser preparado de antemão, em tamanho e modelo do seu gosto.



1. Instruments Options; 2. Instrument; 3. Instrument Wallpaper;
4.Browse; 5.Localizar o wallpaper do instrumento.

3.7. Criação de layers:



Podemos ter camadas de samples com variação de intensidade ao toque, como leve, médio e forte. Para isso será preciso que se tenham as amostras gravadas nessas intensidades. Veja que o volume total de uma amostra é 127 então,por exemplo, se gravarmos a nota Dó3 (dó da terceira oitava) em três intensidades teremos uma amostra de intensidade leve (C3 42),  outra média (C3 84) e outra forte (C3 127). Estes volumes dados aqui são apenas ilustrativos, pois se deve tocar no instrumento e ouvir qual a melhor intensidade em cada caso. A seguir, procederemos o mapeamento no Kontakt, onde as três amostras serão carregadas sobre a tecla correspondentes, devendo dividir o espaço acima da mesma, que é uma linha vertical, onde deve ser reajustada com o mouse (clique no lado esquerdo e arraste), de forma que hajam três amostras empilhadas e que o número que aparece quando clicamos em cada parte corresponda à que foi amostrada. Sugiro usar dois ou três layers somente.
 
Layer com três amostras sobrepostas

3.8. Adicionar Efeitos:


Os sons amostrados não estão com efeitos. Para que possamos inserir os mesmos abra o Kontakt, carregue o novo instrumento salvo, clique no ícone com a chave de boca e abaixo no campo "Insert effetcs'. Selecione entre as muitas opções disponíveis e torne a salvar.


1. Ícone com a chave; 2. Insert Efeccts.


PROCESSO CONCLUIDO!

 

 

 

 

 


 
 
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Olá amigos! Que tal você gravar (samplear) um timbre que você gosta de algum instrumento virtual (VSTi) para usar no Kontakt, já com o arquivo ‘.nki’? Com o software “Extreme Sample Converter” é muito fácil e prático. Veja o tutorial abaixo e teste!

Mas qual a vantagem disso?

Geralmente vamos baixando na internet uma grande quantidade de programas VSti, como B4 (Órgão da Native), True Pianos, Korg M1 Le, Wavestation, Sonik Synth, Mr Ray73 (Rhodes), etc. Podemos abrir cada um individualmente (formato standalone), mas fica bem complicado o manuseio ao vivo. Então surge a necessidade de se ter um RACK para abrir todos em um só lugar, porém os mais conhecidos têm limitações, como carregar somente 16 timbres, um por canal. Às vezes até carregam, como no caso do Brainspaw Forte que cria quantas cenas quiser, mas para trocar os timbres diretamente no controlador ficamos limitados a 8 cenas ou pela função ‘next’ (próximo) nada prático. No Forte ainda existe o tempo de demora em carregar os samples do Kontakt e assim estarem disponíveis para uso. Aí surge uma solução bem interessante, uma dobradinha de programas imbatíveis: o Kontakt (melhor player de sampler atualmente) e o Cantábile Performer 2 (melhor RACK de VSTi, veja porque em meu tutorial na guia ‘Tutoriais’) com os quais podemos criar racks ou bancos de samples que podem ser acessados diretamente até mesmo em controladores bem simples, a exemplo do Behringer UMX-610. Neste caso podemos ter acesso direto nos botões e knobs de até 256 samples, sem precisar se quer tocar no notebook e sem qualquer atrazo como se fosse um teclado normal! Assim, ter os VSTi convertidos em .nki para abrir no Kontakt é fundamental. Outra grande vantagem é manipular formatos de samples como de .nki (Kontakt) para .sf2 (para usar no Reason) ou vice-versa.

O que preciso para começar?

1. Procure na internet o programa “Extreme Sampler Converter-ESC 3.6”. A versão demo do site oficial vem com um ruído no sample final, assim você poderá baixá-lo, mas após precisará conseguir um serial válido (ou veja via torrent). Existe a versão 2.2, mas falta um recurso importante, por isso minha sugestão ser a 3.6, porém poderá utilizá-lo com a limitação de não fazer ‘layers’ (camadas) e na hora de salvar ele não criar pasta separada para os samples ficando as amostras juntas com o arquivo .nki, o que gera um pouco de confusão. 
Extreme Sample Convert
2. Programa Kontakt instalado, além de instrumentos virtuais (VSTi) diversos.
Kontakt

Uma Observação Importante!

O resultado final do programa é muito bom, porém para samplear amostras de piano acústico exigirá uma técnica mais apurada, pois existem muitos detalhes para se chegar a uma boa qualidade. Então considere este tutorial útil para samplear todos os demais timbres. Em outro tutorial poderemos falar exclusivamente do piano acústico. Veja, porém, que isso vale somente para o piano acústico, pois os pianos elétricos em sua grande maioria ficam bons.

Vamos em frente então?

TUTORIAL

Samplear VSTi ou instrumentos virtuais utilizando o ‘Extreme Sample Converter’, fazendo conversões entre formatos.

 

1. OBJETIVO:

 
Apenas como exemplo, podemos usar um VSTi chamado Korg M1 Le baixado na internet com os timbres do M1, mas poderá ser qualquer outro. Talvez deste VSTi queira usar no Kontakt apenas um ou outro timbre que goste, então vamos samplear o mesmo.


Korg M1 Le

2. PRIMEIRO SERÁ PRECISO FAZER A CONFIGURAÇÃO INICIAL:


2.1. CONFIGURAÇÃO:

 
Abra o programa Extreme Sample Converter 3.6 e faça as duas configurações tradicionais, ou seja,  ÁUDIO e MIDI.  Vá à aba “Setting” e então “General”. Na opção “Áudio Playback” em “áudio imput” selecione sua placa de áudio. E na opção “Midi in” (External Keybord) o seu teclado controlador deve ser selecionado nas opões. Ao finalizar de “Ok”.
Aba Setting, Áudio e Midi
Configuração de Àudio e Midi





2.2.FORMATOS:

 
Na aba “Source Format” teremos uma lista com o formato de entrada, ou seja, qual o tipo de amostra ou VSTi que temos e que iremos gravar e converter. Em “Destination Format” outra lista com o formato de saída que queremos. Em nosso exemplo será: VSTi > Korg M1 Le

a) Source Format: escolhemos o primeiro da lista “VSTi”, pois estaremos gravando amostras de timbres virtuais ou de programas que temos.
Source Format

b) Destination Format: será NKI Kontakt, pois quero usá-lo no Kontakt como um timbre a ser carregado. Obs.: o formato ‘.sf2’ também é lido no Kontakt, porém é preferível a extensão ‘.nki’, que é amplamente usada.  Se for para usar usar no Reason, então deixe a saída como ‘.sf2’.

Destiantion Format



3.PRIMEIRA ETAPA DA GRAVAÇÃO – AJUSTES


3.1.“Source Format” :

 
Nesta guia, selecione “VSTi“, como já foi explicado para ter acesso à aba de ajustes e gravação.

3.2.FILE/ZONE:

 
Indicará quantos ‘layers” (camadas) de samples terá em cada tecla. Por exemplo, poderemos ter 3 layers, variando a intensidade em leve, médio e forte, pois existem diferença de brilho nos timbres conforme batemos mais forte ou fraco.

3.3.QUALIDADE:

 
Existem várias opções disponíveis, mas como temos por objetivo que seja o padrão de qualidade de CD escolha 44100hz e 16 bits. As demais, como 48000hz e 24 bits usado no áudio de filmes em DVD, por exemplo, não resultarão em uma qualidade melhor que seja perceptível.

3.4.HOLD:

 
No botão com aparência de Knob ajuste o tempo de duração de cada amostra, que em média varia de 4 a 9 segundos. Conforme esse ajuste for maior, maior será o tamanho final da amostra. Podemos usar amostras em torno de 8 segundos.

3.5.MENU:

 
Escolha a opção “VST Instruments” na lista, no exemplo aqui é o “Korg M1 Le” ou outro de sua preferência. Quando abrir o software, escolha o timbre dentro do programa o qual deseja gravar. Em nosso caso, poderia ser o timbre “01 Pankala” em “Combi”.


1.Menú; 2.Efeitos; 3.Layers (camadas); 4.Hold (duração); 5 e 6.Qualidade de CD.

 

3.6.NOTAS QUE GRAVAREMOS:

 
Aqui devemos definir no teclado virtual as notas que desejamos amostrar. Temos algumas opões:

3.6.1.Selecionar todas as notas uma a uma: Como existem teclados de várias quantidades de teclas (25, 37, 49, 61, 76 e 88), será melhor trabalhar com a extensão total de 88 notas que servirá para todos usarem. Alguns gostam de amostrar pela “tessitura” do instrumento (extensão entre a nota mais grave e a mais aguda que um instrumento consegue produzir). Fica a seu critério, porém nesse caso as notas não amostradas ficarão sem som no teclado.

3.6.2.Selecione somente as mais importantes e o programa completará as demais: esta é a melhor opção a meu ver, pois reduz o tamanho final da amostra ficando menos pesado pra carregar. Poderão ser as notas Dó (C) de cada oitava (C0, C1, C2, C3, C4, C5, C6, C7) ou, se preferir, selecionar as notas Dó, Ré#, Fá# e Lá em cada uma das sete oitavas.

Notas selecionadas para gravação/amostra
 
Um detalhe que requer ATENÇÃO:  sempre que selecionar apenas algumas notas para gravar  e não todas uma-a-uma,  verifique após a gravação se o programa copiou as demais ou se uma ou outra ficou sem gravar. Isso às vezes acontece, quando será preciso regravar até que todas tenham sido endereçadas às teclas. A princípio não deve acontecer, porém, se for o caso, regrave e, se persistir, poderá gravar todas as notas, o que resolverá o problema.
 

 

4.GRAVE:

 
No MENÚ escolha “Sampling” e na janela que irá abrir atribua um nome ao Preset (nome do seu timbre que ficará na extensão .nki) e ao nome do Sample (nome das amostras que estará na pasta de arquivo). Em nosso exemplo: Preset ‘Pankala M1’ e ao sample “Pankala”. Dê o “start” e a gravação tem início.
1. Menú; 2. Sampling (gravar);
1. Nome Preset; 2. Nome Sample;

Gravando




5.EDITE:

 
Uma vez concluída a gravação feche as janelas e fique na tela principal do programa aonde serão feitas algumas edições necessárias entes de salvar. São elas:

5.1.LOOP: você verá que teremos uma amostra para cada tecla na tela principal. Todas elas com o tempo de 8 segundos aproximadamente, conforme foi definido em Hold. Se você salvasse nesse momento, ao tocar nas teclas, após 8 segundos o som irá terminar. No caso dos pianos, violão, guitarra, etc., não haveria problema, pois é assim mesmo que acontece realmente no instrumento verdadeiro. Porém nos strings, órgãos, pad’s e outros, que usamos para fazer a ‘base’ ou harmonia das músicas sabemos que o som deve permanecer pelo tempo que for preciso. Para que isso aconteça será preciso que o sample tenha um loop. Veja como fazer:

5.1.1.Na tela principal, selecione o primeiro sample da lista em “Wave files” então clique no botão abaixo e à direita “LOOP”. Após no segundo botão chamado “AUTO LOOP”. Ele automaticamente já sugeriu um loop, veja na tela o destaque em amarelo, mas somente para o primeiro sample que você selecionou.
 
5.1.2.Clique novamente o primeiro sample, o qual já está com o loop, mas com o lado direito do mouse, nas opções: “Autoloop” e em “All Samples”. O programa irá inserir loop em todos as waves. Aguarde a conclusão, você verá o ícone ao lado do sample mudar de formato. Agora todas as amostras estão com o loop.
1. Samples das notas; 2.LOOP; 3.Auto-looping; 4.Região do auto-looping;
5.Representação da amostra gravada (linha colorida) e como deve ficar
(linha cinza abaixo) usando o Xfade; 5.Ajuste da onde Xfade;


Observação: Às vezes compramos samples na internet que não vem com o looping, o que exigirá que se pressione o pedal de sustein para que o som continue soando. Isso se deve por que alguns creem que seja uma vantagem devido ao fato que muitas vezes algumas notas ficam ‘presas’ (o som continua tocando, sendo necessário reapertar a mesma ou no pedal de sustein para soltá-las ou cessar o som). Nesse caso, não ter o looping fará com que o problema se resolva em alguns segundos. Eu particularmente acho incorreto, pois os melhores samples produzidos comercialmente sempre tem o looping. Até mesmo alguns pianos vem com um pequeno looping, a exemplo do Yamaha S90 ES.

5.2.AJUSTE DO ÁUDIO: agora temos a parte mais trabalhosa do processo, pois será preciso editar cada amostra individualmente para que haja uma padronização.  Após o ajuste todos os samples terão o mesmo padrão, com o início do looping exatamente iguais, até o final preciso dos mesmos. Clique no primeira amostra com o mouse no lado direito escolha a opção Áudio Process > Trim to Loop End.

1.Clicar com lado direito mouse; 2.Audio Process; 3.Trim do Loop End;
 
5.3.AJUSTE DE PRECISÃO (Xfade): assim como foi feito no ajuste do áudio acima, este ajuste será cada sample um por um e tem por objetivo consertar evitar pequenos erros ou travamentos, uma espécie de ajuste fino e preciso. Quando se clica no botão abaixo e à direita “LOOP” vemos na tela, na parte de baixo, duas linhas coloridas representando o som como foi amostrado na gravação. E outras duas em tom cinza por baixo das coloridas, que seria como o som precisa ficar para estar correto. Então, será preciso que ambas fiquem iguais ou sobrepostas, assim clique na aba “Xfade” nas setas até que ambas se igualem. Veja o andamento na tela. Faça isso em todas as amostras.

1. Loop Após ajuste do Áudio; 2. Amostra após ajuste do Xfade.

Observação: como os ajustes do item 5.2.Áudio e 5.3.Xfade devem ser feitos em cada sample individualmente você poderá fazer os dois ao mesmo tempo, isto é, selecione a amostra, ajuste o áudio e após o Xfade então selecione a próxima amostra e repita a operação, com isso ganha-se tempo no processo todo.


6.SALVAR:

 
Está quase pronto, primeiro certifique-se que o formato de saida em "Destiantion Format" está com a opção 'NKI Kontakt' selecionada, após clique na coluna do meio na tela, com o nome do seu preset, no caso aqui “Pankala M1” e em “CONVERTER”, que está abaixo em tom cinza. Tenha preparado uma pasta onde irá salvar os samples e o arquivo .nki, indique esta pasta de ok. Está pronto! Abra o Kontakt e selecione o arquivo .nki e já poderá usá-lo.
1.Clicar no nome do Preset; 2. Converter; 3.Salvar.


7.EFEITOS:

 
O programa Extreme Sampler Converter 3.6 não grava os efeitos originais, mas existem duas opções para incluir efeitos:

7.1.No passo 3 acima, quando abre a tela para prepararmos a gravação existe a aba “Effects”. Clique nela, após na aba “Empty”, abrirá uma lista dos VSTi. Se você tiver um VST de efeitos poderá selecioná-lo, escolher qual seja o melhor..
1.Efeitos; 2. Menú drop-down para inserir VSTi de efeitos; 3. Lista com VSTi, escolher um módulo de efeitos e o efeito desejado.

7.2.Abra o sample gravado no Kontakt, e nele, no ícone com uma ‘chave de boca’ procure  Insert effects’. Escolha as muitas opções de efeitos que estão disponíveis. Após editar use a opção “Save As”, fazendo a opção de que seja somente o arquivo .nki ou completo,  a pasta das amostras waves e ainda o arquivo .nki.

1.Ícone para editar o sample; 2.Inserir effeitos;

Nota: em alguns samples será um grande desafio conseguir o efeito original de forma que fique semelhante ao que se tem no VSTi. Somente use a amostra gravada se realmente tiver qualidade.


8.Wallpaper:

Caso queira que o seu instrumento tenha um Wallpaper, ou seja, aquele foto ou banner que aparece quando selecionamos o arquivo .nki proceda da seguinte forma:
 
1.Prepare um wallpapers com uma foto no tamanho que preferir, mas que encaixe exatamento na janela de exibição no Kontakt quando carregado.
2.Abra o arquivo .nki carregando o sample no Kontakt.
3.Clique no ícone com a chave de boca.
4.Selecione a guia "Instrumens Options".
5.Na janela que abrir selecione a primeira guia "Instruments", abaixo selecione "Browse" ao lado de "Instrument Wallpapers".
6.Localize a pasta com o wallpaper e em abrir. Após salve.

1.ìcone com chave; 2.Intruments; 3.Browse "Intruments Wallpaper"; 4.Wallpaper.


9. CONVERSÃO DE FORMATOS:

 
O programa 'Extreme Sample Converter' ainda não converte waves para o formato .nki, mas isso é possível fazer no próprio Kontakt,  onde podemos mapear cada nota endereçando cada uma delas à uma tecla específica e ainda criar lá o arquivo .nki. Farei um tutorial explicando isso, porém temos no programa uma generosa lista de opções de entrada e saída. Por exemplo, de .sf2 para  .nki ou o oposto (nesse caso após definir a entrada e saída, procure na aba lateral de navegação as pastas onde você tem as amostras e converta).

 ATENÇÃO: para fazer o arquivo '.nki' à partir de amostras wave (.wav) veja na aba 'tutoriais' aqui no blog.



 

 

 

 
 
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